Tu decerto já te esqueceste.
Mas eu não.
Não esqueci o banco de praça sem graça.
O que nos prometemos.
Não esqueci o beijo que selou nosso pacto.
Tanto tempo.
Deus!
Tanta coisa esquecemos.
Mas
não esqueço a jura que fizemos.
Não esqueço o beijo que demos.
E penso no caminho que trilhamos.
Quanto nos amamos!
Eu
me pergunto.
E as nossas juras? Por que não as cumprimos fielmente?
Por que a vida muda de forma tão inclemente?
sonia delsin

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