quarta-feira, 6 de março de 2013




SAUDADE QUE ME MATA

Águas claras.
Claras águas.
Translúcida lagoa da minha lembrança.
Quem me dera de novo eu pudesse ser criança!
Menina sapeca.
Menina de trança.
No olhar só esperança.
Claras águas.
No fundo pedrinhas.
Pretinhas, branquinhas...
O céu refletido na flor d’água de impar beleza.
Ó, como sempre amei a natureza!
Nas noites enluaradas a lagoa ficava cor de prata.
Esta saudade me mata.

sonia delsin 

Nenhum comentário:

Postar um comentário