SAUDADE QUE ME MATA
Águas claras.
Claras águas.
Translúcida lagoa da
minha lembrança.
Quem me dera de novo
eu pudesse ser criança!
Menina sapeca.
Menina de trança.
No olhar só
esperança.
Claras águas.
No fundo pedrinhas.
Pretinhas,
branquinhas...
O céu refletido na
flor d’água de impar beleza.
Ó, como sempre amei a
natureza!
Nas noites enluaradas
a lagoa ficava cor de prata.
Esta saudade me mata.
sonia delsin

Nenhum comentário:
Postar um comentário