Elas se jogam.
Se encolhem.
Ao mar se recolhem.
Para depois voltarem.
Para arrebentarem.
Na areia.
Nos rochedos.
O mar, seus segredos.
Eu deitada a olhar o mar.
Meus medos...
Nas ondas do mar rosas vou jogar...
Num doce imaginar.
Para Iemanjá vou ofertar.
Rosas e este meu coração menino que não se cansa nunca de amar.
sonia delsin

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